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Recrutamento e seleção: um processo decisivo para o sucesso do seu negócio

Por Lizz Zayyrem | set 23, 2014

Hoje é muito comum as empresas sofrerem com a rotatividade de colaboradores, isso se dá devido a seleção sem critérios para o cargo.

Neste artigo procurei dar dicas claras, simples e fácil de aplicar para que, você possa fazer um processo seletivo que realmente seja positivo para sua empresa. Dentro do mundo corporativo é muito comum termos pequenas empresas fazendo seus próprios processos seletivos,  com a finalidade de reduzir custos. Por se considerar uma empresa pequena e com poucos recursos não se sente no direito de investir em um bom processo seletivo afim de alcançar um bom profissional que realmente agregue valor aos seus negócios.  

Por um outro lado, temos muitas empresas de Recursos Humanos fazendo processos seletivos sem nenhum critério que vá de acordo com os objetivos da empresa que está contratando... Então, para que, se possa fazer um bom processo seletivo segue alguns passos básicos:

Passo nº 1 - É importante fazer um processo seletivo sem pressa, para que, se permita selecionar alguém realmente condizente com a função. Dispense no mínimo 1 hora para cada candidato. Eu sei que no mundo corrido de hoje, tempo é ouro e por isso já vi processos seletivos onde as pessoas gastam 10 minutos com cada candidato e até menos, na intenção de otimizar o tempo, contudo o que acontece é uma postergação de desperdício de tempo. Visto que, se um candidato não consegue "dar conta do recado" ficará 2 meses ou mais atrasando a empresa em alcançar seus objetivos.

Passo nº 2 - Hoje, com as facilidades tecnológicas, é possível avançar etapas por e-mail o que é muito positivo. Por exemplo: Ao invés do tradicional currículo pronto, mande um formulário para o candidato preencher por e-mail antes da primeira entrevista. Depois de receber este formulário devidamente preenchido, converse com ele via skype, hungout ou mesmo telefone. Sinta a voz da pessoa, cheque as informações preenchidas, converse, conheça, pergunte, fale da vaga... Esse é o momento de "abrir o jogo"... Já vi muitas empresas não falarem dos valores de salários e benefícios, afim de atrair mais candidatos, isso é perda de tempo tanto para a empresa quanto para o candidato.  Atraia pessoas que realmente entenderam a proposta e se interessam por ela.  

Passo nº 3 - Evite testes prontos, o que serve para um perfil não serve para outro. Ao se tratar de perfil, o melhor é observar a pessoa enquanto ela expõe suas características e objetivos de vida. Sim, isso é muito importante. Sonde não somente a vida profissional mas, também a vida pessoal. Uma pessoa com objetivos de vida, certamente tem mais a acrescentar aos objetivos do seu negócio. E, para conhecê-la realmente, nada melhor do que deixar ela falar. Se o candidato for de pouca iniciativa para conversar, pergunte.

Passo nº 4 - Para Evitar a rotatividade, o mais importante é acompanhar a pessoa de perto nos primeiros dias de trabalho... É muito comum, muito comum mesmo, a empresa contratar um novo colaborador e não acompanhar seu desempenho. Com isso, a empresa fica mais tempo do que devia com a pessoa e aí ele deixa de ser um novo contrato e se torna realmente um colaborador - um colaborador para o atraso dos objetivos. Sim, eu fui dura nessa afirmação eu sei, mas, é a realidade de muitas empresas.

Muitas pequenas empresas tem medo de ficar sem aquele colaborador que acabou de entrar - tem a mentalidade que: "ruim com ele, pior sem ele" não conseguem visualizar que, uma pessoa que não é a ideal para a vaga ao invés de ajudar, atrapalha. Ela te impede de procurar a pessoa ideal. Então o melhor a fazer é trabalhar em cima de uma nova seleção antes de passar da primeira semana. Os 7  primeiros dias são cruciais, os 30 primeiros dias são determinantes para visualizar se a pessoa tem ou não o perfil almejado. 

Um colaborador depois de 30 dias, 90 dias ou 6 meses de casa, já conhece muito da empresa, a empresa investiu muito tempo nele, e ele na empresa, sendo que ambos, em algum momento sabiam que não fariam uma parceria duradoura.  Por isso, a tomada de decisão rápida é tão importante.

Ao assessorar empresas em seus processos seletivos tanto para admissão quanto para demissão, vejo muitos gestores postergando a retirada de um colaborador acreditando que, mês que vem ele irá melhorar... E, vi um cliente sustentar uma situação por mais de 2 anos, sempre na esperança de que em algum momento o colaborador "gerente de uma filial" iria cumprir com sua palavra que era sempre de promessa de que, mês que vem vamos vender tanto, já está quase certo. E, no fim, o que aconteceu foi que, precisou fechar a filial por falta de recursos. O correto é agir rápido, se precisa trocar, faça hoje. Tardar essa decisão só piora, só dificulta desligá-lo depois.  

E, ainda temos o caso de gerentes que não querem se indispor com o colaborador que "virou amigo" muito cuidado! Muitos gestores afirmam que mantém firme a decisão de que negócios são negócios mas, na hora de executar a demissão não o fazem por medo, piedade, companheirismo ou seja qual for o nome que queiram dar a omissão dessa ação que se faz necessária para a sobrevivência da empresa. Certamente, todos conherão os frutos amargos plantados por um único colaborador.

Bom, por hoje é só, espero realmente que este artigo lhe ajude a tomar decisões assertivas em seus negócios!

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